Dr. Rodrigo Bernini integra a clínica psiquiátrica de excelência com a mais avançada pesquisa em psicofarmacogenética — tratamento personalizado, baseado no seu perfil genético e na melhor evidência científica.
Farmacologia UFG
de experiência
UFG · Farmacologia
Dr. Rodrigo Bernini é médico psiquiatra com formação integral que une a prática clínica à pesquisa científica de alto nível. Pesquisador Associado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da UFG, seu trabalho integra Farmacologia, Genética e Biologia Molecular, com foco em psicofarmacogenética.
Na clínica, Dr. Bernini utiliza o conhecimento do perfil genético individual do paciente para orientar a escolha e dosagem dos psicofármacos, minimizando efeitos adversos e maximizando a eficácia terapêutica — medicina personalizada aplicada à saúde mental.
Suas áreas de pesquisa abrangem antipsicóticos, antidepressivos, psicoestimulantes e o impacto das variações genéticas na resposta aos tratamentos psiquiátricos.
“A genética não é destino — mas é um mapa que nos ajuda a escolher o caminho terapêutico mais seguro e eficaz para cada pessoa.”
Atendimento psiquiátrico abrangente, desde transtornos do neurodesenvolvimento até condições do humor e ansiedade, sempre com abordagem baseada em evidências e personalizada para cada paciente.
Diagnóstico e manejo farmacológico especializado do Transtorno do Espectro Autista em adolescentes e adultos — incluindo casos de diagnóstico tardio. Abordagem individualizada com suporte farmacogenético e orientação familiar.
Avaliação diagnóstica e tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em adolescentes e adultos, com uso criterioso de psicoestimulantes e suporte farmacogenético.
Tratamento da depressão unipolar e bipolar com protocolos atualizados, incluindo esketamine intranasal para casos refratários. Avaliação farmacogenética para seleção individualizada do antidepressivo.
Diagnóstico diferencial criterioso e manejo clínico do transtorno bipolar tipos I, II e espectro, com estabilizadores de humor e monitoramento farmacogenético.
Tratamento do TAG, fobia social, síndrome do pânico, fobias específicas e ansiedade de desempenho com abordagem integrativa farmacológica e psicoterápica.
Avaliação e tratamento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo com protocolos de primeira linha e manejo de casos refratários, incluindo estratégias de potencialização farmacológica.
Manejo clínico de primeiro episódio psicótico e esquizofrenia estabelecida com antipsicóticos de nova geração, com monitoramento genético de polimorfismos de risco.
Avaliação e tratamento de transtornos do sono, somatoformes, alimentares, uso de substâncias e outras condições psiquiátricas com abordagem integral e humanizada.
Avaliação e diagnóstico de Altas Habilidades/Superdotação em adolescentes a partir dos 16 anos e adultos, incluindo casos de dupla excepcionalidade (AH/SD + TDAH ou TEA). Abordagem individualizada com atenção às particularidades cognitivas, emocionais e relacionais desse perfil.
Cada pessoa metaboliza os medicamentos de forma diferente. Essa diferença não é aleatória — está escrita no DNA. Variações nos genes das enzimas do citocromo P450 determinam se um psicofármaco será metabolizado de forma lenta, normal ou ultrarrápida, com impacto direto na eficácia e na tolerabilidade do tratamento.
Isso é especialmente relevante na adolescência e na vida adulta, quando os quadros psiquiátricos se consolidam, as comorbidades se acumulam e o histórico de trocas de medicamento sem resposta satisfatória começa a pesar — tanto clínica quanto emocionalmente.
A psicofarmacogenética não substitui a clínica — ela a aprofunda. Com o perfil genético do paciente em mãos, é possível antecipar riscos, evitar escolhas inadequadas e construir um plano terapêutico mais fundamentado desde o início. Para adolescentes e adultos com histórico de respostas inconsistentes ao tratamento ou de efeitos adversos significativos, compreender a própria biologia pode ser tão importante quanto o diagnóstico em si.